Participantes

(Em atualização…)

Ana Deus

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Ana Deus nasceu em Santarém em 1963 e vive no Porto. Fez parte da banda pop Ban no final da decada de 80 e iniciou em 1993, com Regina Guimarães, os Três tristes tigres. Em 2010 volta à carga das canções com o guitarrista Alexandre Soares sob o nome de Osso Vaidoso. Gosta de trabalhar sobre poesia; Alberto Pimenta, Natália Correia, Ernesto de Melo e Castro e Sá de Miranda são alguns dos autores das palavras das suas composições.
Em 2015 começou com o multi-instrumentista Nicolas Tricot o projeto Bruta, com poesia de autores outsiders, como Ângelo de Lima, Stella do Patrocínio, Antonio Gancho ou Sylvia Plath.

Ruído vário – 30 de novembro, 21h00, Casa Fernando Pessoa

Ana Ribeiro

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Ana Ribeiro nasceu em 1980. Portugal ainda era uma jovem democracia e a Europa… – “ainda era lá longe…”
Em 1995 viaja até Marrocos num barco escola “Crioula” e entra na Escola Profissional de Teatro de Cascais queria ser marinheira mas estuda para ser actriz. Estreia-se em 1997 com Carlos Avilez. Segue-se a Escola Superior de Teatro e Cinema. Começa a trabalhar. Teatro, cinema. televisão. Trabalhou num bar, viajou, viveu histórias de amor, fez pequenas revoluções, perdeu a voz, participou em manifestações.De 2000 a 2007 é actriz residente da companhia de teatro Casa Conveniente, sob a direção de Mónica Calle. Em teatro trabalhou, com André e. Teodósio, Álvaro Correia, Cão Solteiro, Martim Pedroso, Márcia Cardoso, Miguel Loureiro, Miguel Moreira, Ricardo Boléo, Tiago Vieira. Em cinema com António Duarte, Manuel Mozos, Leonel Vieira, Raquel Freire, Miguel Clara Vasconcelos, Pedro Caldas, Fátima Ribeiro, José Barahona. Em 2010 estreia a sua primeira encenação, «Tragédia», e em 2011 cria juntamente com António Duarte o seu colectivo Divas Iludidas, desenvolvendo trabalho desde então com o seu colectivo em Lisboa e Berlim. Em 2013 juntamente com outros seis artistas aluga um espaço cultural independente, Latoaria.

Uma máquina voadora movida por vontades – 16 de novembro, 21h00, Fundação José Saramago

André e. Teodósio

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André de Mendonça Escoto Teodósio nasceu em Lisboa em 1977. Frequentou o Conservatório Nacional de Música, a Escola Superior de Música e a Escola Superior de Teatro e Cinema. Fez várias formações na Gulbenkian, tendo assinado a encenação da ópera «Riders to The Sea» como prova final. É membro fundador do Teatro Praga, tendo também integrado a companhia de teatro Casa Conveniente, e colabora assiduamente com a companhia de teatro Cão Solteiro.

Uma máquina voadora movida por vontades – 16 de novembro, 21h00, Fundação José Saramago

António Mega Ferreira

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Escritor, gestor e jornalista, António Mega Ferreira nasceu em Lisboa em 1949, estudou Direito e Comunicação Social e foi jornalista profissional de 1975 a 1986, na imprensa escrita e na televisão. Foi Director Editorial do Círculo de Leitores de 1986 a 1988, chefiou a candidatura de Lisboa à EXPO’98 e foi seu comissário executivo. De 2006 a 2012, presidiu à Fundação Centro Cultural de Belém. Actualmente, é Diretor Executivo da AMEC|Metropolitana. Como escritor, tem mais de trinta obras publicadas, entre ficção, ensaio, poesia e crónicas. É autor de O Essencial sobre Dante Alighieri (INCM, 2017).

Dante e o seu poema sacro – 23 de novembro, 18h30, Casa Fernando Pessoa

Augusto Brázio

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Augusto Brázio nasceu em Brinches, Serpa, em 1964.
Estudou na Escola Superior de Belas Artes, Lisboa.
Iniciou o seu percurso como fotógrafo no começo dos anos ’90 do séc. XX, trabalhando na imprensa.
Paralelamente colaborou com a produtora de musical União Lisboa, onde realizou diversos trabalhos com músicos.
Em 1996, começou a colaborar na revista DNA, do Diário de Notícias, onde, até 2006, assinou inúmeros trabalhos na área do documental e do retrato.
Em 2004, foi convidado a integrar o colectivo de fotógrafos Kameraphoto, onde desenvolveu diversos projectos, pessoais e colectivos.
Colabora regularmente com diversas publicações internacionais.
Foi, em 2008, prémio de fotojornalismo Visão/BES.
Nos últimos anos, focou-se em projectos pessoais, onde reflecte sobre questões de imigração, pertença e ocupação do território.
Os seus trabalhos estão representados em várias colecções públicas e privadas.

Na Penumbra – 25 de novembro, 19h00, Galeria das Salgadeiras

Carolina Amaral

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Carolina Amaral nasceu em 1993, em Guimarães. Licenciada em Teatro pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto, frequentou ainda a Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, prosseguindo os estudos no Conservatoire National Supérieur d’Art Dramatique, em Paris.
Bailarina clássica, moderna e contemporânea, iniciou a formação em dança aos quatro anos de idade. Na sua formação artística salienta os encontros com Lydia Koniordou, Meg Stuart, Polina Klimovitskaya, Gisèle Vienne, Tatiana Frolova, Thomas Ostermeier, Nada Strancar, entre outros.
Em dança e teatro trabalhou com Nuno Cardoso em «Veraneantes» de Gorki, «O Misantropo» de Molière e «O Mundo é Redondo» de Regina Guimarães e Pedro Cardoso (Peixe); Beatriz Batarda e Marco Martins em «Todo o Mundo é um Palco» e com este último em «Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos» de Tom Stoppard; Marcos Barbosa em «O Conto de Inverno» de Shakespeare e no monólogo «Um Pontinho Entre os Olhos» de Jacinto Lucas Pires; Carlos J. Pessoa em «Alice» a partir de Lewis Carroll e «O Regresso de Ulisses» a partir de Homero e Lydia Koniordou em «Antigone», de Sófocles.
Em cinema trabalhou com Margarida Gil, Edgar Pêra e Rodrigo Areias.
De Maio a Outubro de 2017 desenvolve o seu primeiro projecto artístico enquanto autora, «Stella Matutina».

A minha canção podia arder-me – 17 de Novembro, 21h30, Sociedade Guilherme Cossoul

Cláudio Henriques

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© Vitorino Coragem

Na sua formação, trabalhou com nomes como Susana Borges, Antonino Solmier, Maria Henrique, Cristina Cavalinhos, João Mota, na Comuna Teatro de Pesquisa, John Frey, Paulo Ferreira, Joaquim Horta, entre outros. Em 2011 estreia-se em teatro e até à presente data integrou inúmeros espectáculos, onde foi encenado por Pedro Marques, Attílio Riccó, José Boavida, Susana Arrais, Paulo Tavares, Manuel de Almeida e Sousa, Joaquim Paulo Nogueira. Em televisão tem feito vários projectos, participando em novelas como «Sol de Inverno» (SIC), «Jardins proibidos» (TVI), «Mar Salgado», «Poderosas», «Rainha da Flores», «Coração D’ouro» (SIC) e recentemente «A Impostora» (TVI). Em cinema protagonizou dois filmes, «Silentium» e «Lisbon Rendezvous» do realizador Pedro Mourão-Ferreira. É ainda membro fundador e actor do Colectivo Prisma, e director artístico e encenador do grupo de teatro TAE em Estremoz.

A minha canção podia arder-me – 17 de Novembro, 21h30, Sociedade Guilherme Cossoul

Dinis Gomes

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Dinis Gomes nasceu em 1973.
Frequentou o Conservatório de Dança de Lisboa. No Teatro trabalhou com Luís Miguel Cintra, Christine Laurent, Bruno Bravo entre outros.
Em Cinema trabalhou com João César Monteiro, Raul Ruiz, José Álvaro Morais, João Botelho, Teresa Villaverde, Sergio Tréfaut entre outros.

Alma em Pessoa e os outros – 26 de novembro, 17h00, Largo de São Carlos

Diogo Dória

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Diogo Dória é actor e encenador. No teatro, trabalhou com encenadores como Osório Mateus, Jorge Silva Melo ou Luís Miguel Cintra. No cinema, trabalhou com realizadores como José Fonseca e Costa, João Mário Grilo, João Botelho, Raoul Ruiz, Wim Wenders e Manoel de Oliveira. Como encenador, encenou textos de autores como Samuel Beckett, Nathalie Sarraute e Robert Pinget.

145 Poemas, de Konstantinos Kaváfis – 18 de Novembro, 18h30, Casa Fernando Pessoa

Duarte Guimarães

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Duarte Guimarães nasceu em 1978.
Iniciou o seu percurso teatral em Benfica, com aulas lecionadas por António Feio. Em 1996 entra para a escola superior de teatro e cinema tendo finalizado o curso em 2000. Em 1997, estreia-se profissionalmente no teatro da cornucópia com a peça «Os Sete Infantes de Lara» e até ao seu encerramento, participou em vários espetáculos
da companhia, encenados por Luís Miguel Cintra, Christine Laurent, Carlos Aladro e Brigitte Jaques.
Trabalhou também fora da companhia com António Feio, Ricardo Aibéo, Joaquim Horta, Catarina Requeijo e ainda Rodrigo Francisco com a Companhia de Teatro de Almada.
Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado assiduamente para a
televisão, tendo participado como ator em várias séries e novelas portuguesas. Participou também em produções brasileiras e francesas.
No cinema, trabalhou em filmes de Maria de Medeiros, João Tuna, Raul Ruiz, entre outros.

Alma em Pessoa e os outros – 26 de novembro, 17h00, Largo de São Carlos

Filipe Melo

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Filipe Melo é músico, realizador e autor de BD. Nascido em Lisboa, começou cedo a estudar piano, jazz e improvisação. Estudou no Hotclube de Portugal e no Berklee College of Music, em Boston. Desde então, colaborou com músicos como Benny Golson, Peter Bernstein, Deolinda, GNR, Camané, Carlos do Carmo, Sheila Jordan, The Legendary Tigerman, Big Band do Hotclube, Orquestra Metropolitana, entre muitos outros.
Escreveu, produziu e realizou vários projectos de culto: I’ll See You in My Dreams, vencedor do FANTASPORTO 2004, e «Um Mundo Catita», a primeira série de ficção da RTP2. Realizou ainda videoclips, documentários e publicidade. Em 2011, foi convidado pela editora Dark Horse Comics para escrever na colectânea vencedora do prémio Eisner – Dark Horse Presents, junto de Frank Miller, Dave Gibbons e Mike Mignola. É o criador da trilogia As Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy, com Juan Cavia, com quem lançou agora Os Vampiros, ambos na Tinta-da-china. Actualmente, lecciona na Escola Superior de Música de Lisboa.
Em 2017, a convite de Carlos Vaz Marques participou na revista Granta # 9 com um conto intitulado «Sleepwalk».

Biblioteca dos Músicos – 22 de novembro, 21h00, Teatro São Luiz

Filipe Raposo

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© Estelle Valente

Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. É pianista, compositor e orquestrador.
Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa.
Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.
Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João.
Como pianista e em nome próprio, tem-se apresentado em vários festivais de Jazz europeus: (Festival de Jazz do S. Luiz, Festival Internacional Douro Jazz, CAOS – Fasching Jazz Club Stockholm, New Sound Made Jazz Fest. Stockholm, Vilnius Jazz Festival, International Festival of Jazz Piano – Prague).
Em nome próprio editou 3 discos:
First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália;
A Hundred Silent Ways (2013) – Disco a Solo;
Inquiétude (2015).
Actualmente faz a curadoria na área do Jazz para a recém-criada editora digital Lugre Records

Biblioteca dos Músicos – 22 de novembro, 21h00, Teatro São Luiz

Galeria das Salgadeiras

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Fundada por Ana Matos a 4 de Julho de 2003, a Galeria das Salgadeiras foi buscar o seu nome à rua onde, então, estava instalada. No seu sentido literal, a salgadeira é um lugar onde se salgam coisas, e essa ideia do sal e de salgar a vida reforçaram a escolha do nome da galeria, como que perguntando a sorrir se haverá coisa mais salgada que a arte?
Actualmente, representa Cláudio Garrudo, Eva Díez, Ilda Reis, Joanna Latka, Marta Ubach, Teresa Gonçalves Lobo e Tiago Casanova, tendo já colaborado com mais de 40 artistas nacionais e estrangeiros. Em termos de géneros e expressões artísticas, destaca-se a aposta na Fotografia, Desenho e Gravura, e na expansão das fronteiras destes campos, na sua “contaminação e fusão”.
Das cerca de 120 exposições apresentadas em 14 anos de actividade regular e contínua, um terço delas são “fora de Portas”, em parcerias nacionais e internacionais (Espanha, Grécia, República Checa e Roménia), com museus, centros culturais e galerias privadas, cruzando culturas, geografias e abordagens à Arte Contemporânea. Também é de realçar a participação em festivais que incluam na sua programação Arte Contemporânea: Bairro das Artes — A Rentrée Cultural da Sétima Colina (da Isto não é um Cachimbo. Associação), In Shadow — Festival de Vídeo, Performance e Tecnologias, FOLIO — Festival Internacional Literário de Óbidos, e, pela primeira vez, em 2017, nos Dias do Desassossego.
Estas parcerias inserem-se na linha programática da galeria em abordar e aprofundar os cruzamentos entre os diversos territórios do conhecimento e da sensibilidade, em particular, com a Literatura. Neste contexto foram apresentadas exposições de artes visuais que partem dos universo literário de José Saramago, Fernando Pessoa, Gonçalo M. Tavares, Eduardo Lourenço, ou Herberto Hélder.
A Galeria das Salgadeiras tem, desde o seu manifesto inicial, a defesa da “arte como um bem público”, criando diversas iniciativas como “Amigos das Salgadeiras” e “Galerista por um dia” no intuito de aproximar os públicos da Arte Contemporânea e dos nossos artistas. Este tem sido o norte que marca a bússola da nossa estratégia.

Na Penumbra – 25 de novembro, 19h00, Galeria das Salgadeiras

Inês Lago

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Inês Lago nasceu em Guimarães em 1983. A fugir ao tédio desde 1996, é nesta altura que se liga ao teatro amador da cidade, acabando por formar mais tarde o seu próprio grupo que acabou por ser a rampa de profissionalização de uma cambada de miúdos que andam quase todos por aí a criar coisas hoje em dia. A morar em Lisboa desde o último fôlego do escudo, licenciou-se em Antropologia e fez-se mestre em Filosofia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Licenciada em Teatro (Actores) pela Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Como actriz, destaca os trabalhos com Wagner Borges e Tiago Bôto, Ana Ribeiro e António Duarte, Diogo Bento, e a formação com Álvaro Correia, Luca Aprea, José Gil, Nature Theatre of Oklahoma, entre tantos. Estreou-se como encenadora com «Sendo a dança a paixão da rapariga, contra quem ou o quê», em 2012. Concebeu e dirigiu o projecto multidisciplinar Guimarães – Consolo 2012, inserido na Capital Europeia da Cultura – Guimarães 2012. Recentemente, encenou o espectáculo «A Grande Viagem – uma tragédia ligeira em três actos», criado em parceria com Tiago de Lemos Peixoto.

A minha canção podia arder-me – 17 de Novembro, 21h30, Sociedade Guilherme Cossoul

Joana Gorjão Henriques

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Joana Gorjão Henriques nasceu em Lisboa, em 1975. É autora do Livro Racismo em Português – o lado esquecido do colonialismo, edições Tinta da China, compilação de uma série de reportagens nas 5 ex-colónias africanas distinguida com o prémio AMI – Jornalismo contra a Indiferença Entrou para o jornal Público no final de 1999. As suas reportagens têm-se centrado em histórias de direitos humanos e de discriminação. Este ano realizou a segunda parte da serie sobre racismo com um conjunto de reportagens centradas em Portugal à qual chamou «Racismo à Portuguesa». Foi convidada da festa literária de Paraty, a Flip, de 2017.

Leitores feitos de livros – Fundação José Saramago, 28 de Novembro, 18h30

José Lima

José Lima nasceu em Braga, em 1946, e vive em Lisboa. Coordenador da revista Ficções e colaborador da revista DiVersos. Traduziu Ernest Hemingway, Pier Paolo Pasolini, J. D. Salinger, John Cheever, Dylan Thomas, William S. Burroughs, Harold Pinter, Susan Sontag, entre dezenas de outros autores.

145 Poemas, de Konstantinos Kaváfis – 18 de Novembro, 18h30, Casa Fernando Pessoa

José Luís Costa

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© Pedro Serpa

José Luís Costa estudou Línguas e Literaturas Clássicas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Viveu em Atenas, onde aprendeu Grego Moderno, e actualmente trabalha como intérprete nas instituições europeias e em Portugal. Publicou três livros de poesia; traduz poesia e prosa do grego e outras línguas.

145 Poemas, de Konstantinos Kaváfis – 18 de Novembro, 18h30, Casa Fernando Pessoa

Luca Argel

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Luca Argel (Rio de Janeiro, 1988) é formado em música pela UNIRIO e mestre em Literatura pela Universidade do Porto. Mora desde 2012 em Portugal, onde trabalha como vocalista do grupo “Samba Sem Fronteiras”. Tem quatro livros de poesia publicados no Brasil, um deles traduzido em Espanha, e mais dois em Portugal. Em 2016 lançou seu primeiro disco a solo, tipos que tendem para o silêncio, e em 2017 o segundo, Bandeira.

Ruído vário – 30 de novembro, 21h00, Casa Fernando Pessoa

Miguel Cardoso

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Miguel Cardoso é poeta e tradutor, nasceu, vive e trabalha em Lisboa. Publicou desde 2010 sete livros de poemas. O mais recente, Mais de mil anos (Douda Correria, 2017), junta poemas escritos no programa Leitura Furiosa, dirigido a pessoas zangadas com a leitura em vários pontos da Europa (organizado, em Lisboa, pela Casa Achada).

Acontece-me um poema – 25 de novembro, 16h00, Casa Fernando Pessoa

Oficina do Cego

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A Oficina do Cego é uma associação congregadora de pessoas que partilham o interesse comum e sólido na utilização de técnicas de impressão que se podem descrever como aquelas que têm forte personalidade. Técnicas como a tipografia de caracteres móveis, a gravura ou a serigrafia. Técnicas estas que interagem e alteram decisivamente o resultado final do trabalho gráfico, moldando-o às suas virtudes e características singulares. Para amplificar esta vontade dos associados, a oficina tem vindo a adquirir material e maquinaria manual da mais elementar, para potenciar esta diferença entre a ideia e a impressão da ideia. Paralelamente, e com a vontade dos demais em participar em tantas fases quanto possíveis da impressão à sua transformação, a oficina do cego está igualmente a fazer papel e a encadernar.
Na OC, ensinamos tudo o que aprendemos.

Postais desassossegados – 18 de Novembro, 16h00, Fundação José Saramago

Rafael Esteves Martins

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Rafael Esteves Martins é leitor na Universidade de Oxford, onde co-dirige o Centro de Língua Portuguesa, ao abrigo do Instituto Camões.
Licenciado e mestre em literatura comparada pela Universidade de Lisboa, é membro do Centro de Estudos Comparatistas (UL) e da International Network for Comparative Humanities (Princeton University).
Os seus interesses de investigação repousam sobre: literatura épica; idade moderna; período colonial brasileiro; ética e representação. Escreveu uma tese sobre heroicidade em Bhagavad Gītā e n’Os Lusíadas e prepara uma dissertação doutoral sobre epopeia neoclássica em português.

Uma máquina voadora movida por vontades – 16 de novembro, 21h00, Fundação José Saramago

Ricardo Aibéo

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Ricardo Aibéo nasceu em 1973.
Concluiu o Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo.
Estreou-se profissionalmente no teatro em 1996 no Teatro da Cornucópia, dirigido por Luis Miguel Cintra, onde interpreta peças de dezenas de autores, como Heiner Muller, Jean Genet, Camões, António José da Silva, Labiche, Lope de Veja, Federico Garcia Lorca entre muitos outros. Trabalhou também com Christine Laurent, António Pires e Sandra Faleiro.
No cinema participou como ator em filmes de José Álvaro Morais, Manoel de Oliveira, João Botelho, Alberto Seixas Santos, Inês Oliveira, Valeria Sarmiento, Catarina Ruivo, Raquel Freire, entre outros.
Estreou-se como encenador em 2000 com «Hamlet» de Luis Buñuel, apresentado
no Teatro da Cornucópia. No mesmo local, encenou «Duas Farsas Conjugais» de Georges Feydeau, «César Anticristo» de Alfred Jarry e «Leôncio e Lena» de Georg Buchner. Dirigiu ainda «Gata Borralheira» de Robert Walser, apresentado no grande auditório da Culturgest.
Realizou a curta metragem “O Estratagema do Amor”, com produção Filmes do Tejo, que obteve o Prémio de Melhor Realizador no Festival de Cinema da Covilhã e o Prémio de Melhor Atriz (para Rita Durão) no Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde. Realizou, em co-produção com a RTP, o filme documentário «A Ilha», sobre o Teatro da Cornucópia. Assinou ainda a realização do filme «Miserere», filmagem do espetáculo com o mesmo nome, construído a partir de textos de Gil Vicente, concebido e construído pelo Teatro da Cornucópia no Teatro Nacional D. Maria II.

Alma em Pessoa e os outros – 26 de novembro, 17h00, Largo de São Carlos

Rita Durão

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Rita Durão nasceu em 1976.
Frequentou o Curso de Teatro – Formação de Actores da Escola Superior de Teatro
e Cinema de Lisboa e o Actor’s Studio de Londres, começando a fazer teatro no projecto 4o Período – O do Prazer onde, sob a direção de António Fonseca, interpretou Shakespeare, Wedekind e Edward Bond. Posteriormente interpretou outros autores , como Bertolt Brecht , Marivaux, Frederico Garcia Lorca, Beaumarchais, Pier Paolo Pasolini, Luís Buñuel, Molnar, Jean Claude Biette, Gil Vicente, Almeida Garrett ou Anton Tchekov, tendo trabalhado com João Perry, Luís Miguel Cintra, Christine Laurent, Ricardo Aibéo e Jorge Silva Melo. Manteve uma colaboração regular com o Teatro da Cornucópia.
No cinema participou em As Bodas de Deus e Vai e Vem, de João César Monteiro; A Meu Favor e André Valente, de Catarina Ruivo; Cinco Dias, Cinco Noites, de José Fonseca e Costa; Peixe Lua e Quaresma, de José Álvaro Morais; trabalhando ainda com Rita Azevedo Gomes, Jeanne Waltz, Jacinto Lucas Pires, Ricardo Aibéo, Raoul Ruiz e Maria de Medeiros.
Recebeu o Prémio de Melhor Actriz no Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde (2004) e esteve nomeada para os prémios de cinema europeu Shooting Stars (2000).

Alma em Pessoa e os outros – 26 de novembro, 17h00, Largo de São Carlos

Snob

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A Snob é uma ideia que por acaso também é uma livraria. Vive, como ideia, fundamentalmente da partilha com o leitor. É uma livraria que acredita poder sobreviver num mundo bárbaro e mecanizado sem sacrificar a sua identidade. É um espaço de resistência.
A Snob concentra a sua actividade um pouco por todo o lado, da internet a Feiras do Livro e nos intervalos passa por alguns espaços físicos em Guimarães e Lisboa. Neste momento é quem habita a Livraria da Cossoul.

A minha canção podia arder-me – 17 de Novembro, 21h30, Sociedade Guilherme Cossoul

Sofia Marques

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Sofia Marques nasceu em 1976.
Concluiu o curso de formação de atores da Escola Profissional de Teatro de Cascais. Trabalha regularmente com o Teatro da Cornucópia desde 1996, onde integrou dezenas e dezenas de elencos na sua maioria, encenados por Luis Miguel Cintra.
Tem colaborado, igualmente, com outros projetos e companhias como por exemplo Christine Laurent, Ricardo Aibéo, Carlos Aladro, Ana Zamora, Miguel Moreira, Tonan
Quito entre outros.
Ao longo da sua carreira de actriz, participou em peças de autores como Heiner Muller, August Strindberg, Frederico Garcia Lorca, William Shakespeare, Friederich Holderlin, Rainer Werner Fassbinder, Arthur Schnitzler, Jean Genet, Anton Tchekov, Luís Buñuel, Henrik Ibsen, Georg Büchner, entre muitos outros.
No cinema foi intérprete em várias longas e curtas-metragens, tendo trabalhado
com os realizadores Jean Claude Biette, João César Monteiro, Raquel Freire, Ivo Ferreira, Lorenzo Bianchini, Inês Oliveira, João Botelho entre outros.
É associada fundadora da Sul-Associação Cultural e Artística.
Em 2016 ganhou o Prémio Autores 2016 da SPAutores na Categoria Melhor Actriz de Teatro.

Alma em Pessoa e os outros – 26 de novembro, 17h00, Largo de São Carlos

Sofia Saldanha

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 © José Frade/EGEAC

Sofia Saldanha nasceu em Braga e começou a trabalhar em rádio quando ainda estudava na escola secundária. Durante 15 anos foi uma das vozes da Rádio Universitária do Minho. Fez um mestrado em rádio no Goldsmiths College, em Londres, e completou o curso de rádio do Salt Institute for Documentary Studies, em Maine, nos EUA. Em 2010 recebeu o Best New Artist Award no Third Coast International Audio Festival, em Chicago. Sofia é membro do In The Dark, uma organização sem fins lucrativos, sediada em Londres, dedicada a divulgar e financiar trabalhos radiofónicos de cariz criativo.

Não sei o que o amanhã trará: um passeio sonoro na Lisboa de Fernando Pessoa – 25 de novembro, 10h30, Largo de São Carlos

Tamina Šop

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Tamina Šop nasceu em Belgrado, em 1985. Traduziu para sérvio vários livros de Gonçalo M. Tavares e O Manual dos Inquisidores, de António Lobo Antunes, com o qual ganhou o prémio nacional de tradução Milos Djuric, em 2016. Fundadora da editora Flop.

145 Poemas, de Konstantinos Kaváfis – 18 de Novembro, 18h30, Casa Fernando Pessoa

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